terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Análise Adidas Glide Boost 6

À falta de provas para relatar, segue-se mais uma análise, sendo desta vez aos mais recentes companheiros de treino. Sempre gostei de analisar produtos e já que tenho este espaço para escrever porque não aproveitar e juntar o útil ao agradável?

Hoje venho fazer uma pequena análise aos Adidas Glide Boost 6. A gama Glide sempre foi conhecida por fazer parte do pequeno grupo dos pesadões da Adidas. Esta posição compreendia-se pois eram ténis com bastante amortecimento, apropriados para treinos longos e até para pessoas mais pesadas. Com o aparecimento da tecnologia Boost, este foi um dos modelos que agradeceu a sua incorporação: o aspeto foi renovado, deixando de ter aquele ar antiquado de pesadões e principalmente ficaram mais leves.

Adidas Glide Boost

Tal como tenho vindo a dizer neste espaço, tenho tendência para a pronação, ou seja, não sou um pronador extremo. Em alguns artigos da especialidade é normal ser referido que quando a pronação é leve, podem ser usados modelos neutros ou de pronação. Como andava um pouco farto de estar restringido na escolha de ténis, decido que queria exprimentar uns neutros. Muito influenciado por pessoas à minha volta (sim Miguel estou a falar de ti) decidi apostar nos Glide. E o que dizer sobre os mesmos? Primeiro estranha-se e depois entranha-se. Obviamente estou a falar da sola com tecnlogia Boost. Quando usamos pelas primeiras vezes um par de ténis estamos habituados que a passada seja dura e que com a “rodagem” o amortecimento comece a fazer efeito. Com o Boost esse amortecimento é logo sentido e com o passar dos quilómetros ainda fica melhor!

Adidas Glide Boost

Não consigo destacar nenhuma parte em especial deste modelo. A respirabilidade parece-me estar no ponto (claro que ainda não treinei com calor), estética simples e bonita, excelente a níveis de conforto (não se esperava menos para a gama) e uma boa estabilidade na passada, coisa que para mim é essencial pois sou um pronador a usar uns ténis neutros. Ainda em relação ao design, quero destacar o espaço existente para os dedos dos pés, facto que me fez não comprar os Boston Boost que me apertavam o pé de maneira exagerada. Por último, é de destacar a excelente aderência que a sola proporciona em relação ao asfalto com qualquer tipo de clima. Isto deve-se à já clássica relação com a Continental que a Adidas tem.

Adidas Glide Boost
Yap, a sola suja é o que se quer!
Apesar de ainda recentemente ter saido o novo modelo da gama Glide, estes Glide 6 continuam a ser uma excelente aposta, com o bónus de estarem a um preço bem mais acessível. Costumo ser picuínhas, mas a verdade é que não tenho apontamentos negativos a fazer! Se estão à procura de uns ténis para treinos contínuos (não intervalados), estes são sem dúvida um modelo em ter em consideração.

Pontos Positivos
+ Conforto
+ Respirabilidade
+ Aspeto/Design
+ Peso
+ Amortecimento
+ Aderência
+ Estabilidade

Pontos Negativos
(Nada a apontar)

Adidas Glide Boost

1 comentário:

  1. enho fazer uma pequena análise aos Adidas Glide Boost 6. A gama Glide sempre foi conhecida por fazer parte do pequeno grupo dos pesadões da ... eadidasboost.blogspot.de

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