quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

I São Silvestre de Santa Maria Maior

Com menos de sete horas dormidas e pouco mais de dez horas depois da São Silvestre do Sado, seguiu-se uma daquelas provas em que a inscrição é feita sem pensar naquilo que se está a fazer. O resultado foi que me levantei e entrei no carro sem saber o que ia fazer. Na mala levava ténis para prova e ténis para treinar. Pelo este post, obviamente que escolhi os ténis de prova.

A prova começava num sítio atípico (Portas do Sol) mas correu tudo dentro da normalidade. Depois de um aquecimento com o pessoal do CDUL (para quem não sabe o meu primeiro clube e onde aprendi muito) e Ingleses, segui para a partida e lá tive que estar à espera algum tempo para não correr o risco de ter que ficar lá para trás.

A partida foi dada num ritmo muito alto, a condizer com uma descida brutal até à Rua da Prata. Seguimos em direção ao Martim Moniz. O ritmo seguia estável, mas os primeiros lugares já estavam longe e as minhas pernas não estavam tão frescas como seria necessário.

Sem grandes aspirações, segui no ritmo que conseguia (curiosamente a média até foi abaixo do dia anterior, fruto das descidas da prova). O maior problema foi quando chegamos à rua do Carmo e tivemos de subir aquilo tudo. Obviamente que não disse coisas bonitas. Depois acabamos por descer até ao Cais do Sodré, seguindo no já percurso típico até Santa Apolónia, voltando depois para trás. Por esta altura eu tinha noção que íamos no quilómetro 6 e pouco e de repente apareceu-me pela frente uma placa a dizer quilómetro 8. O QUE???

E pronto, seguimos até ao terreiro do Paço e quando dei por mim a prova tinha acabado com 7 quilómetros e picos, longe, demasiado longe, dos 10 quilómetros anunciados. Fiquei em 11º da geral, mas isso pouco interessava face a tal discrepância na prova. Arrependi-me mesmo de não ter feito o treino longo que tinha planeado. A única coisa de positivo no percurso foi o facto de correr por sítios que pensei que nunca fosse correr.

No final ainda falei com pessoas da organização, muito simpáticos e chateados pelas mudanças que tiveram que fazer ao percurso mas sinceramente ao menos podiam ter anunciado tal mudança que pelos vistos já sabiam há uns dias.

E pronto foi assim mais uma etapa rumo à São Silvestre da Amadora. Mas a próxima paragem é em Lisboa a seguir ao Natal. Vai correr tão bem fazer um prova movido a filhoses e rabanadas! Até lá!

Resultados: I São Silvestre de Santa Maria Maior

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