A minha suplementação em 2022


Este é aquele assunto que é no mínimo controverso. Uns tomam tudo o que se vende, outros não tomam nada. Depois há os que não são carne nem peixe. E é ai que eu neste momento me enquadro. Sim neste momento, porque já passei por todas as fases. Aliás, nem é a primeira vez que falo sobre o assunto. Sendo honeste convosco, hesitei um pouco em escrever sobre isto. Por um lado não tenho grande coisa a dizer pois a minha suplementação neste momento é mesmo mínima, e por outro lado já sei que vou levar de tabela dos dois lados da barricada. No entanto, sinto que devo isso a quem me tem acompanhado e porque obviamente é uma pergunta que vai sempre surgindo várias vezes.

Mesmo após o meu artigo antigo, já experimentei outra coisas, desde creatina a dextrose, passando por outros tipos de proteína. Depois fiz um corte total e passei para uma fase que apenas fazia multivitamínico. Aliás, essa foi um grande lição que aprendi na altura da Maratona de Sevilha. Desde a preparação para essa maratona em que apanhei uma gripe tal que me deixou de cama, que aprendi que se queria continuar a ter um bom rendimento na corrida, tinha que fazer um multivitamínico durante toda época, todos os dias. E é o que faço até hoje.

Não há grande segredos, não tomo 50 comprimidos com diferentes vitaminas, tomo um multivitamínico simples e completo. O que eu tomo é em tudo semelhante a este, sendo que ando na verdade muito tentado a experimentar este por ser igualmente completo e ser bem mais barato. Neste ponto sei que tenho algo a melhorar: acrescentar as famosas gorduras boas. É algo que quando controlo a nutrição ao limite (fica para outro artigo…) sei que chego praticamente a cortar (quase) por completo da alimentação. E este é um componente essencial para a performance na corrida. Está na lista algo assim.

Por último (sim eu disse que praticamente não andava a tomar nada), algo que nunca tinha usado na vida até há cerca de um ano atrás, eram pré-treinos. Depois de muitos anos a treinar a horas impróprias, finalmente o cansaço (mais mental) começou-me a atingir quando o stress a nível profissional também aumentou. Então decidi arriscar e apostar num pré-treino sem qualquer tipo de hidratos e que simplesmente me desse aquele boost e sensação que estou pronto para treinar. Apostei neste pre-workout, tomando durante algum tempo apenas antes dos treinos intervalados e treinos longos.

Recentemente, apostei em fazer uma atualização no campo do pré-treino, e comecei a usar o pré-treino mais frequentemente (em treinos por exemplo 45’ até 60’, abaixo disso ou treinos de força, não tomo nada) e apostei num pré-treino mais forte e completo para os dias de intervalado e provas. Se estes pré-treinos eram necessários? Não sei, mas a verdade é que me sinto bem e com energia a treinar.

Tudo o resto meus amigos, que na verdade é o essencial, vem a partir da comida. Proteína, hidratos e gorduras, o famoso trio, vem tudo da alimentação diária, nada de pós milagrosos nem comprimidos. Se vou dizer que não tomo nada? Sim não posso dizer isso. Se sinto que praticamente não faço suplementação? Também é verdade. Portanto, na minha opinião, façam as vossas escolhas de acordo com as vossas necessidades e lacunas na vossa dieta.

Quanto a mim, se para o ano mudar alguma coisa, cá estarei para escrever sobre o assunto novamente!

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suplementação
dezembro 1, 2022
2

Comentários

  1. Estou a tomar o 2º que referes da Aptonia de laranja e estou "satisfeito". Bem mais barato que as restantes marcas no mercado.
    Duarte os treinos tomo mel com guaraná desta marca portuguesa "Mel Sports".

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